Angola. Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste
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Para ler e baixar as
poesias de Cecília Meirelles

 

VIOLÊNCIA EM TIMOR
No princípio de Abril, Xanana Gusmão, Presidente de Timor-Leste, ameaçou instaurar o estado de sítio no país "caso medidas normais não sejam suficientes para aliviar a pressão criminal actualmente existentes.


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SOCIEDADE DE ADVOGADOS

Perto de um milhão e meio de dólares será o valor a ser investido pela sociedade de advogados António Vilar - Associados para criar um centro de apoio jurídico a empresas em Angola, em parceria com advogados e empresários angolanos e portugueses.

Para a sociedade, será um escritório para dar apoio a empresários oriundos de quaisquer países.

O centro deverá estar operacional no segundo semestre do próximo ano.

 
 

AIR ZIMBABWE PARA LUANDA

A companhia estatal Air Zimbabwe retomará em princípio de Maio os voos para Luanda.

Os voos para a capital angolana terão frequência semanal, realizando-se à segunda-feira.

A Air Zimbabwe lançou recentemente voos para a China e intensificou as ligações com outros países africanos, como a República Democrática do Congo.

 
 

Imagem da Cidade do México, um
dos destinos da empresa

OCEANAIR

A OceanAir, companhia aérea brasileira, anunciou que recebeu a permissão da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), do Brasil, autoridade do sector, para iniciar a operação de voos para o México, Angola e Nigéria.

Em Maio, a companhia brasileira iniciará os voos diários para Lagos, a principal cidade da Nigéria, e para Luanda, com aviões Boeing 767-ER300.

A empresa pretende ainda operar para Los Angeles (EUA), através de sua controlada, a colombiana Avianca, via Bogotá.

 
 
O novo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, recebe cumprimentos do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, durante a cerimónia de posse

LINHA DE CRÉDITO DO BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) do Brasil vai abrir uma linha de crédito para importação de produtos brasileiros por empresas cabo-verdianas.

A iniciativa resulta de um pedido de dois bancos cabo-verdianos, que financiarão as operações de importação, e o montante da linha dependerá da avaliação de risco em curso.

Nos últimos meses, o BNDES foi consultado por autoridades de São Tomé e Príncipe sobre a possibilidade de viabilizar semelhante negócio com o país. As autoridades são-tomenses pediram a abertura de uma linha de crédito para compra de um jacto Embraer para a Presidência da República. O Banco mantém uma linha de crédito para Angola, activa desde o início de 2006.

 
 

STRELA NO VERÃO

A cerveja cabo-verdiana Strela vai estar à venda em Portugal antes do próximo verão. Já comercializada na Gâmbia, deverá chegar, ainda neste ano, à Holanda e Estados Unidos, além dos mercados da Guiné-Bissau e de São Tomé e Príncipe.

A Strela é produzida em Cabo Verde pela Sociedade Cabo-Verdiana de Cerveja e Refrigerantes (SCCR), e já está disponível em todas as ilhas do país.

 
 

OURO E BERÍLIO

A multinacional australina CityView anunciou a 20 de Abril que foram identificadas três zonas estruturais e 59 possíveis depósitos de minério, sobretudo ouro e berílio, em Angola, na sua concessão da Ucua, província do Bengo.

A concessão integra o complexo de Dande, importante concentração de pegmatite, rocha de onde se extraem minerais raros como o berílio. Este metal é usado pelas siderurgias e centrais nucleares, sendo actualmente a sua produção controlada pelos Estados Unidos, China e Rússia.

Os trabalhos de exploração, que serão retomados de imediato, permitiram até agora a identificação de 59 depósitos de diversos minerais na região.

Também foram identificadas reservas de pegmatite na Zona da Falha de Zenza, cuja estrutura é normalmente associada a depósitos económicos de ouro.

Além da concessão de Ucua, a empresa australiana tem em Angola a licença de exploração do Longonjo (3.764 quilómetros quadrados a sudoeste da cidade do Huambo, centro de Angola), onde se acredita haver depósitos de urânio e cobre.

 
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JANEIRO/FEVEREIRO 2007
 
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