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"Renascem
no país a esperança, a auto-estima e a confiança
num futuro seguro que garanta bem-estar e prosperidade para os angolanos."
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| DESENVOLVER
A AGRICULTURA
A USAID, Agência de Desenvolvimento
Internacional dos Estados Unidos, em parceria com a multinacional
de petróleos Chevron, vai conceder 5,5 milhões de
dólares ao Governo angolano para desenvolver a agricultura
do país. A verba, que será entregue parcelarmente
nos próximos cinco anos, consta no Memorando de Entendimento
assinado com o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento
Rural angolano para a implementação do Programa de
Desenvolvimento Agrícola e Financeiro (PDAF). O documento
foi assinado em Benguela, pela Embaixadora dos Estados Unidos em
Angola, Cynthia Efird, pelo director da Chevron no país,
Alan Keier, e pelo director do Instituto de Desenvolvimento Agrário,
Marcos Nhunga. O PDAF, denominado ProAgro Angola, visa aumentar
o acesso ao financiamento do sector agrícola, facilitando
as ligações entre o governo e o sector privado em
toda a cadeia produtiva do sector, desde a sementeira à venda.
A implementação dos projectos ao abrigo deste programa
calcula-se que irá gerar cerca de 3.000 empregos numa primeira
fase, número que poderá duplicar até 2011.
As províncias escolhidas para a implementação
do programa são Benguela, Kwanza-Sul, Bengo, Luanda, Huíla
e Huambo, sendo os produtos de referência a banana, o café,
a batata e os legumes.
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PETRÓLEO
NA GUINÉ-BISSAU
Segundo o Governo da Guiné-Bissau
informou oficialmente, há boas perspectivas de existir petróleo
com valor comercial no offshore do país. Segundo um comunicado
de imprensa da Empresa Nacional de Pesquisa e Exploração
Petrolífera (Petroguin), "as operações
de pesquisa de hidrocarbonetos - petróleo e gás -
que vinham sendo realizadas na Guiné-Bissau ao abrigo de
licenças concedidas pelo Governo começaram a dar resultados".
O primeiro furo foi realizado entre os meses de Fevereiro e Março,
mas não foi concluído por razões de ordem técnica,
tendo sido selado e abandonado, apesar das probabilidades existentes.
O Governo concedeu quatro licenças
de prospecção a dois grupos estrangeiros - a Premier
Oil, que detém os blocos Esperança e Sinapa, e a Ocidental
Sterling, que explora os blocos Caúdo e Golfinho. Os trabalhos
de prospecção nos blocos Esperança e Sinapa
já estão em curso e todos os dados em avaliação
provêm dos 16 furos realizados. |
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| VIOLÊNCIA
EM TIMOR
No princípio de Abril, Xanana
Gusmão, Presidente de Timor-Leste, ameaçou instaurar
o estado de sítio no país "caso medidas normais
não sejam suficientes para aliviar a pressão criminal
actualmente existentes". Numa declara ção ao
país, Xanana Gusmão considerou que "o país
está a assistir a uma certa anarquia e a uma falta de vontade
de certos segmentos da sociedade em contribuir para a estabilização
do país". "Não se pode permitir que se continue
a perder bens e vidas e que os cidadãos continuem a viver
num clima de insegurança", sublinhou. Os distúrbios
na capital timorense compreenderam ruas bloqueadas, carros queimados
e várias casas ficaram destruídas, além de
uma uma ameaça de bomba junto ao Palácio das Cinzas.
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CHINESES
E LUSÓFONOS
A 19 de Abril, cerca de 500 empresas
chinesas e de países lusófonos juntaram-se num encontro
destinado a reforçar a cooperação e o intercâmbio
entre empreendedores da China e de Estados da Comunidade de Países
de Língua Portuguesa. O terceiro Encontro de Empresários
para a Cooperação Económica e Comercial entre
a China e CPLP, uma iniciativa do governo chinês, usando como
elo de ligação o território de Macau, é
o primeiro do género realizado em Moçambique.
No encontro, participaram empresários
ligados aos sectores têxtil, alimentar, calçado, construção,
banca, seguros, hotelaria e turismo, biotecnologia, entre outros.
Além de empresários, a reunião juntou representantes
de instituições de promoção de comércio
e investimentos, câmaras de comércio e associações
empresariais da China e da CPLP.
De Moçambique, participaram 250
empresas. China e Macau fizeram-se presentes através de cerca
de 40 empresas, e Portugal, com 24.
A reunião foi organizada pela
Confederação das Associações Económicas
(CTA), Centro de Promoção de Investimentos e Instituto
de Promoção de Exportações de Moçambique
(IPEX), organismo dependente do Ministério da Indústria
e Comércio de Moçambique.
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