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poesias de Cecília Meirelles

 

A Associação Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro, de Portugal, procedeu ao lançamento da segunda edição do Prémio de Literatura Juvenil Ferreira de Castro, destinado aos jovens dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

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Competência e QUALIDADE

A inaugurar a maior catedral em África da Igreja Universal do Reino de Deus no Soweto, África do Sul, a empresa angolana Urbanova demonstra vigor e demarca posição apostando também na internacionalização

Imagem cedida pela Urbanova
Fotos: Rivelino Mourão/Eurobrape



Criada sob o lema "Crescer com Angola", a Urbanova Construções vem desenvolvendo uma firme parceria com o país africano. Um dos clientes, no entanto, satisfeito com o resultado dos trabalhos contratados, convidou a empresa a realizar uma obra na África do Sul. A Urbanova, mais uma vez, provou sua eficiência e, a 15 de Abril, entregou a nave da catedral da Igreja Universal do Reino de Deus no Soweto, África do Sul.

A Urbanova Construção Civil, empresa do Grupo Urbanova, é uma empresa 100% angolana e apesar de contar com empresas no Brasil que apoiam toda a sua logística, em Angola se divide em duas áreas distintas: a construção civil destinada ao desenvolvimento de obras prediais e de infra-estruturas e uma área de empreendimentos. Esta área dedica-se ao desenvolvimento de loteamentos urbanos, na maioria das vezes destinados a moradias.

Segundo o brasileiro Márcio Origa, sócio-fundador do Grupo, a história da Urbanova pode ser dividida em duas fases. A primeira fase, iniciada em 2001, durou até ao ano de 2004. Inicialmente, a Urbanova era uma empresa "de estrutura familiar", diz Origa, "e a partir de 2004 o capital foi aberto a outras participações e outros sócios".

A empresa foi criada com o objectivo de actuar na área da construção civil e também de desenvolvimento de projectos urbanísticos. "A Urbanova tem construído edifícios, catedrais, vivendas, execução de redes de água, esgoto, drenagens, rede eléctrica, pavimentação, além de ser responsável por toda a infra-estrutura. A exemplo do que no Brasil chamamos de 'incorporações', a Urbanova gere e tem outro departamento que projecta essas infra-estruturas, adquire terrenos e os comercializa", conta Márcio Origa.

O sucesso e os resultados da empresa e, mais alargadamente, do Grupo, são bastante notórios. Os sócios se orgulham de terem criado e apostado numa empresa que "continua a crescer com o país. Não à toa, nosso lema é exactamente este: 'Crescer com Angola'", diz o empresário. A exemplo das obras realizadas, cita empreendimentos no bairro de Luanda Sul, na capital angolana. "Destacamos ainda o estaleiro do projecto diamantífero Catoca; temos o condomínio residencial Paraíso da IURD; a própria catedral da IURD do bairro Morro Bento; temos o residencial Floresta com 42 casas; o residencial Veneza de 46 apartamentos e temos o Palanca, com 44 vivendas", exemplifica Márcio Origa.

Sobre a mão-de-obra, o empresário explica que devido aos longos anos de guerra civil, Angola ainda possui certo défice de mão-de-obra especializada e, como outras empresas de construção civil que operam no país, a Urbanova continua ainda a empregar uma percentagem de engenheiros oriundos do exterior.

"O que acontece com a Urbanova é a mesma coisa que acontece com todas as empresas de construção civil em Angola. Mas podemos dizer que hoje 85% da mão-de-obra na nossa empresa é formada por angolanos", assegura.

O quadro directivo da Urbanova é formado por pessoas que estão a trabalhar em Angola há mais de 15 anos e que, portanto, acompanhou uma fase difícil para o país. Assim, para Márcio Origa, é com grande alegria que assistem à reconstrução nacional: "Achamos que Angola está no caminho certo. Muita coisa ainda tem que ser feita, mais vimos com bons olhos todo esse progresso que está a acontecer".

Angola, que assiste a um crescimento sócio-económico de índices invejáveis aos seus pares graças às suas riquezas naturais, encontrase em fase de dinamiza ção económica. Isso atrai, a cada dia, mais empresas e investimentos ao país. Sobre a concorrência, Márcio Origa é taxativo: "O país necessita de várias empresas, de muitos esforços conjugados. A partir do momento em que mais e mais empresas de sectores como o nosso aparecem, aumentando a concorrência, aumenta a demanda por qualidade e isso faz muito bem ao mercado. O país é muito grande, tem muita coisa para ser reconstruída. As empresas que trabalham, que executam bem o seu serviço não devem temer a concorrência. O país precisa e tem espaço para todos mostrarem o seu trabalho. Creio que a concorr ência não é obstáculo e deve existir para que o país possa crescer saudavelmente".


Hoje, a Urbanova está na área de desenvolvimento de projectos residências em Luanda Sul. Está a lançar mais três empreendimentos e tenciona expandir a acção para as restantes províncias do país ainda neste ano. Para Márcio Origa, "o mercado mobiliário em Angola está em franco crescimento. Há um processo actual onde também existem muitas empresas novas, mas é com grande satisfação que acompanhamos o estabelecimento de um mercado mobiliário sério, com empresas comprometidas e a cumprirem com suas obrigações no que se refere a qualidade, prazos, preços. E isso é bom, atrai mais investidores e a partir do momento que começa a surgir mais investimentos o crescimento do país é maior e gera riquezas".

"É o momento de Angola, de crescimento e no qual a Urbanova se sente muito orgulhosa de participar com a sua pequena parcela. Participando na vida de Angola como cidadãos integrados na reconstrução do país e vivendo Angola", conclui, com entusiasmo.

Márcio Origa, um dos sócios da Urbanova  
 
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ABRIL/MAIO 2007
 
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